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Conflito em Gaza matou mais jornalistas que as duas guerras mundiais
O ano de 2024 entrou para a história uma vez que o mais mortal para jornalistas e profissionais da mídia em zonas de guerra, segundo levantamento do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Desde o início dos registros, nunca se registrou um número tão proeminente de comunicadores mortos em cenários de conflito.
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Grande secção dessas perdas ocorreu na Tira de Gaza e em outras áreas palestinas. A região se tornou o epicentro do confronto entre Israel e o grupo Hamas, que ganhou força depois os ataques de 7 de outubro de 2023. Nesse contexto, quase dois anos depois, o número de jornalistas mortos em Gaza superou, sozinho, as baixas registradas em pelo menos sete outros conflitos armados ao volta do mundo somados.
Esses dados alarmantes reforçam, sobretudo, o risco cada vez maior enfrentado por repórteres, cinegrafistas e correspondentes em cenários de guerra. Aliás, revelam uma vez que a atuação jornalística se torna ainda mais perigosa em conflitos prolongados e altamente polarizados.
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Diante desse cenário, o CPJ destaca a premência imediata de medidas internacionais que garantam maior segurança para a prensa em zonas de violência. Por fim, proteger jornalistas significa testificar também o recta da sociedade à informação em tempos de crise.