Esporte
Verdugo de times brasileiros, Racing é um leão fora, mas frágil na Argentina

Mas isso significa que o time do folclórico técnico Gustavo Costas é uma máquina imbatível? Contra oponentes brasileiros, sim. Mas nos certames domésticos o cenário é muito outro.
O time está em 10º no seu grupo, com 15 integrantes, na Despensa da Liga Argentina. Oito se classificam, ou seja, hoje não seguiria na competição. E com retrospecto muito aquém do que deveria.
O Racing perdeu, de viradela, para o San Lorenzo no Nuevo Gasômetro depois de quase nove anos. Caiu no Cilindro, seu estádio, para o Huracán, o que não ocorria no campeonato há quase 33. Teve rota inédita para o Independiente Rivadavia, em Mendoza.
São quatro partidas nas quais perdeu, duas vitórias e um empate no clássico com o Independiente nos sete últimos compromissos pelo principal torneio do país. Uma enorme diferença de mobilização e desempenho, com tolerância de secção da torcida em função de triunfos uma vez que o de terça-feira.
O Racing de Costas, visto uma vez que personagem por ser fanático pelo Racing e passar os jogos beijando o escudo na camisa e seus santinhos pendurados no pescoço, é competitivo. Mas nem sempre.
O problema dos adversários brasileiros é que, neste momento de sua gloriosa história, “El Primer Grande”, uma vez que a Ateneu é conhecida, se transforma quando a competição ultrapassa as fronteiras argentinas. Principalmente se vier ao Brasil.