Esporte
Só mais uma chinesa no Brasil? Omoda & Jaecco quer ser protagonista

Mas onde está a diferença da O&J para tantas outras marcas chinesas que já chegaram ou que ainda vão estrear por cá? Durante a avant-première do Omoda 5 e Jaecoo 7 na capital paulista, os executivos da O&J falaram em “Evolução da Revolução”.
Eles tratam uma vez que revolução a chegada de outras marcas chinesas ao nosso mercado, uma vez que BYD, GWM e até mesmo a Caoa Chery, que elevaram o patamar de qualidade dos carros, alavancando a eletrificação que parecia estagnada no Brasil e exigindo que as montadoras tradicionais corressem detrás do prejuízo e acelerassem seus investimentos no país.
Com isso, a chegada da O&J seria, segundo os executivos da marca, a evolução dessa revolução. No primeiro contato rápido que tivemos com os carros, foi provável notar que o padrão de aperfeiçoamento dos dois modelos apresentados está no mesmo ou melhor patamar de qualidade de modelos premium. Talvez até um ligeiro degrau supra do que vemos nas cabines das outras montadoras chinesas que estão fazendo sucesso no Brasil.
Mas exclusivamente o refinamento extra no aperfeiçoamento não justificaria o termo “evolução”. Mesmo sem antecipar detalhes da mecânica de seus primeiros carros no Brasil, a O&J promete surpreender o mercado com o SHS (Super Hybrid System, ou Sistema Super-Híbrido), que será apresentado no Jaecoo 7.
A tecnologia SHS é uma solução proposta pela O&J para veículos altamente eficientes e que entregam, ainda, performance. O sistema garante um carruagem econômico, com muita tecnologia e superior desempenho e com as melhores capacidades de recarga da indústria.
