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Não há racismo estrutural, e discriminação afeta brancos, diz governo Trump
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“Nos últimos anos”, continua a epístola, “as instituições educacionais americanas têm discriminado os alunos com base na raça, inclusive os alunos brancos e asiáticos, muitos dos quais vêm de origens desfavorecidas e de famílias de baixa renda. A adoção por essas instituições de preferências raciais generalizadas e repugnantes e de outras formas de discriminação racial se espalhou por todas as facetas do meio acadêmico”, afirma.
“As instituições de ensino doutrinaram toxicamente os alunos com a falsa premissa de que os Estados Unidos foram construídos com base no “racismo sistêmico e estrutural” e em políticas e práticas discriminatórias avançadas”, alerta.
“Os defensores dessas práticas discriminatórias tentaram justificá-las ainda mais – mormente nos últimos quatro anos – sob a bandeira da “flutuação, isenção e inclusão” (“DEI”), introduzindo estereótipos raciais e consciência racial explícita no treinamento, programação e disciplina cotidianos”, aponta.
Entre os pontos, o governo determina que “as instituições educacionais não podem repartir benefícios ou ônus com base na raça”.
“Embora alguns programas possam parecer neutros em sua ar, um olhar mais cauteloso revela que eles são, de indumento, motivados por considerações raciais”, diz. “E a tomada de decisões com base na raça, independentemente da forma, continua sendo inadmissível”, insiste.
“Tais programas estigmatizam os alunos que pertencem a determinados grupos raciais com base em estereótipos raciais grosseiros”, acusa.