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Minha filha está entrando na período dos ‘terríveis 2 anos’ – 04/04/2025 – Maternar

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Quando penso que a minha filha Olívia está prestes a completar 2 anos, vem à mente aquele incidente da “Família Dinossauros” intitulado “Os Terríveis Dois Anos”.

Na história jurássica, a família canta uma música de natalício para Baby. Mas eis que, de repente, as luzes acendem e apagam, um vento poderoso entra na lar derrubando tudo e o caçula aparentemente muda de personalidade.

Ele deixa de ser o bebê adorável e passa a enunciar risadas sádicas. Na hora de soprar as velinhas, ele solta uma catadupa de cuspe em cima do bolo feito principalmente para ele. E ri da travessura.

O comportamento do Baby tem uma pitada de excesso, mas reflete uma período temida por muitos pais. É um período de transição, onde a rapaz deixa de ser tão dependente e começa a buscar mais autonomia. A interação social aumenta e ela passa a expressar desejos e caprichos.

Olívia já quer fazer tudo sozinha. Usa sua cadeirinha de madeira para escalar móveis até chegar ao passa-pratos, escolhe a roupa que vai usar (geralmente do Mickey ou da Minnie, a quem ela labareda de Kika e Nina) e fica brava se tentamos trocar a peça que ela escolheu.

Quando irritada, Olívia arremessa tudo que vê pela frente (isso lembra alguém lá em cima?). Se tiramos um objeto perigoso de suas mãos, ela começa a chorar, vai para o quarto e encosta a cabeça na leito, porquê se estivesse de pena (não sei de onde ela tirou isso, porque nunca a deixei de pena).

O temor dos pais não à toa, segundo a pediatra Mariana Lombardi Novello, especializada em instrução e comportamento infantil. A má reputação dessa período tem uma explicação científica.

“É quando o cérebro da rapaz passa por uma verdadeira revolução. Ela tem tapume de duas a três vezes mais conexões neurais do que o de um adulto”, diz a médica.

Mariana explica que, nessa idade, a rapaz já começa a perceber que é um ser separado dos pais e deseja declarar a sua vontade. No entanto, a segmento do cérebro que regula as emoções, impulsos e comportamentos ainda é muito imatura, enquanto o sistema emocional já está bastante ativo.

“Isso explica por que as emoções surgem de forma tão intensa, sem que a rapaz consiga ainda se controlar.”

Aos dois anos, os pimpolhos têm muita força e curiosidade, explorando o mundo, segundo André Ceballos, neurocirurgião e profissional em desenvolvimento infantil. Nessa período, surgem conflitos internos devido à frustração com limites e libido de independência.

“Aí começam as birras, a teimosia e a impaciência, pois a rapaz está aprendendo a mourejar com suas próprias emoções.”

Nesse período, habilidades motoras, linguísticas e sociais estão em pleno desenvolvimento, segundo o neurocirurgião. “Estimular essas áreas de forma adequada é fundamental para prometer um desenvolvimento equilibrado. Se não houver estímulos suficientes, seja em interações com os pais ou em brincadeiras que desafiem a motricidade, o desenvolvimento pode ser comprometido.”

Mariana considera a birra uma frase de imaturidade neurológica e um pedido de ajuda emocional, não de rebelião. “Crianças necessitam de protecção e conexão emocional, não pena, com adultos porquê portos seguros.”

Birras geralmente fazem segmento do desenvolvimento normal, mas é crucial observar comportamentos que não melhoram com protecção e orientação adequados, segundo os especialistas.

Os pais devem permanecer atentos a agressividade excessiva, tanto física quanto verbal, atrasos no desenvolvimento da linguagem ou dificuldades persistentes de notícia. Sinais de isolamento social ou dificuldade extrema para interagir com outras pessoas também são preocupantes.

“Regressões comportamentais, porquê voltar a chupar o dedo ou apresentar dificuldades no sono, assim porquê desafios além do esperado para a tira etária para se conciliar a novas rotinas ou mudanças no cotidiano também merecem atenção”, afirma Ceballos.

Mariana sugere práticas porquê nomear os sentimentos da rapaz, oferecer escolhas simples para reduzir resistência e estabelecer limites com firmeza e empatia. Ela também enfatiza a urgência de evitar gritos e rótulos que humilham, optando por uma abordagem mais compreensiva e colaborativa.

Em vez de expor “Você é mimada”, prefira “Você está triste. Vamos resolver isso juntos?”


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