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Amazônia corre risco de se tornar uma savana, alerta climatologista

As mudanças climáticas têm provocado períodos de seca cada vez mais longos na Amazônia, e os impactos negativos podem simbolizar que o chamado ponto de não retorno está próximo.
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Esses possíveis danos irreversíveis ao bioma tornariam a região longe de ser mais uma floresta tropical e se transformaria em uma savana, alterando completamente o estabilidade oriundo do nosso planeta, segundo uma tese defendida pelo climatologista brasílio Carlos Sublime, que estuda as alterações climáticas.
Posteriormente participação de cinco estudos sobre a Amazônia que estão sendo apresentados na COP28, Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2023, realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ele apontou que todos os indícios sugerem que a “savanização” do bioma está próxima, o que também é indigitado pelo Pintura Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas estabelecido pelas Nações Unidas para monitorizar as alterações climáticas.
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“Antes nós tínhamos uma seca mais pronunciada na Amazônia a cada duas décadas. Agora nós temos registrado secas de três a quatro vezes mais frequentes […] e, isso, coloca a Amazônia num enorme risco [de chegar] ao ponto de não retorno”, explicou Carlos Sublime, em entrevista à Escritório Lusa.